<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319</id><updated>2011-04-21T20:27:35.143-07:00</updated><title type='text'>Um Olhar Sobre a Arte</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-8973215466504332141</id><published>2007-06-10T13:35:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:11.696-08:00</updated><title type='text'>Neo - Impressionismo</title><content type='html'>Se o impressionismo não é homogêneo, as reações a ele tampouco são própria. Tentativas de alargar o programa impressionista são empreendidas pelo neo-impressionismo e, mais tarde, pelo pós-impressionismo de Paul Cézanne, Vincent van Gogh e Paul Gauguin. Ao mesmo tempo um desenvolvimento do impressionismo e uma crítica a ele, o neo-impressionistas explicita a tentativa de um grupo de artistas de fundar a pintura sobre leis científicas da visão. O termo é cunhado pelo crítico Félix Fénéon em 1886, ano da última exposição do grupo impressionista, diante de obras como Um Domingo de Verão na Grande Jatte, de Georges Seurat, reconhecido como líder da nova tendência artística. Se a famosa tela de Seurat compartilha o gosto impressionista pelas pinturas ao ar livre e pela representação da luz e da cor, o resultado obtido indica outra direção. Em lugar do naturalismo e da preocupação com os efeitos momentâneos de luz, caros aos impressionistas, o quadro de Seurat expõe figuras de corte geométrico que se apresentam como manequins sobre um plano rigorosamente construído com base em eixos horizontais e verticais. Os intervalos calculados entre uma figura e outra, as sombras formando ângulos retos e a superfície pontilhada atestam a fidelidade a um programa teórico apoiado nos avanços científicos da época. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmxjTK0JavI/AAAAAAAAAE8/oS5D67rB5G0/s1600-h/Giardino+fiorito.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmxjTK0JavI/AAAAAAAAAE8/oS5D67rB5G0/s320/Giardino+fiorito.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5074540061111446258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Giardino Fiorito&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rompimento com as linhas mestras do impressionismo verifica-se, sobretudo, pelo acento colocado na pesquisa científica da cor, que dá origem ao chamado pontilhismo, já experimentado por Seurat em Banhistas em Asnières (1884). Aí, os trabalhos se orientam com base em um método preciso: trata-se de dividir os tons em seus componentes fundamentais. As inúmeras manchas de cores puras que cobrem a tela são recompostas pelo olhar do observador e, com isso, recupera-se a unidade do tom, longe das misturas de cores freqüentes nos empastes. A sensação de vibração e luminosidade decorre da "mistura ótica" obtida pelos pequenos pontos de cor de tamanho uniforme que nunca se fundem, mas que reagem uns aos outros em função do olhar à distância. Seurat prefere o termo divisionismo para designar o novo método e técnica, que tem em Jean-Antoine Watteau e Eugène Delacroix  dois precursores, e que no interior do impressionismo foi testado mais de perto por Auguste Renoir em trabalhos como Canoeiros em Chatou (1879). O reconhecimento dessa tradição da pintura francesa pode ser atestado na obra D'Eugène Delacroix au néo-impressionisme (1899), escrita por Paul Signac, que se torna líder do grupo após a morte de Seurat. Signac desenvolve o pontilhismo em boa parte de sua obra (Retrato de Félix Fénéon, 1890 e Entrada do Porto de Marselha, 1911, por exemplo). Só que em seus trabalhos os pontos e manchas se tornam mais evidentes e são dispostos de maneira mais dispersa, rompendo, nos termos do crítico Giulio C. Argan, a "linha melódica da cor". Camille Pissarro (1830 - 1903), fiel aos ensinamentos impressionistas ao longo de sua carreira, aproxima-se do neo-impressionismo em 1885, quando conhece Seurat e Signac. Pissaro utiliza a técnica divisionista em diversos trabalhos desse período, mas em 1890 retoma o estilo anterior. O nome de Maximilien Luce figura entre os adeptos da escola neo-impressionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rmxhoa0JauI/AAAAAAAAAE0/OP0vm16TXEk/s1600-h/seurat.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rmxhoa0JauI/AAAAAAAAAE0/OP0vm16TXEk/s320/seurat.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5074538227160410850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Georges Seurat, La Seine à la Grande-Jatte, 1888 &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O neo-impressionismo teve curta duração, mas exerceu influência sobre Van Gogh e Gauguin, e também sobre Henri Matisse e Henri de Toulouse-Lautrec. A obra de Signac, especialmente, foi retomada pelo fauvismo. O termo divisionismo refere-se ainda a um movimento italiano da última década do século XIX e início do século XX, uma das fontes geradoras do futurismo. É possível pensar em ecos do pontilhismo nas pesquisas visuais contemporâneas, na op art e na arte cinética. No Brasil, é difícil aferir uma influência direta do neo-impressionismo. Talvez seja possível pensar de modo mais amplo em reverberações das pautas impressionista e neo-impressionista nas cores claras e luminosas de algumas telas de Eliseu Visconti, Moça no Trigal por exemplo, e em obras de Belmiro de Almeida, como Efeitos de Sol (1892).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rmxlb60JawI/AAAAAAAAAFE/GZQVjI1zGm0/s1600-h/Soll.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rmxlb60JawI/AAAAAAAAAFE/GZQVjI1zGm0/s320/Soll.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5074542410458557186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Belmiro de Almeida, Efeitos de sol (Itália) - 1892&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-8973215466504332141?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/8973215466504332141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=8973215466504332141' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/8973215466504332141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/8973215466504332141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/06/neo-impressionismo.html' title='Neo - Impressionismo'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmxjTK0JavI/AAAAAAAAAE8/oS5D67rB5G0/s72-c/Giardino+fiorito.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-1975609201708557615</id><published>2007-06-06T16:11:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:12.110-08:00</updated><title type='text'>Fotografia</title><content type='html'>A câmera foi provavelmente inventada no início do século XVI. Os historiadores atribuíram a invenção a muitas pessoas, inclusive ao artista italiano Leonardo da Vinci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira câmera era chamada câmera escura. Era uma caixa escurecida com um pequeno orifício numa das paredes, através do qual entrava luz, que formava uma imagem na parede oposta, esta imagem era uma foto desordenada da cena exterior. Os artistas usavam a câmera escura como um esboço, traçavam então linhas e formas e coloriam a gravura. A primeira câmera escura era grande o suficiente para permitir a entrada de um homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do século XVII, o equipamento era uma tenda que os artistas transportavam para o campo para esboços de paisagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a década de 1660, a câmera escura já se tornara uma caixa de 60cm de comprimento. Uma lente sobre o orifício tornava a imagem maior e mais nítida. Um espelho no interior da câmera refletia a imagem sobre um pedaço de vidro no topo da câmera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmdAh60JaqI/AAAAAAAAAEU/4NnHaVUWHXI/s1600-h/first.dag.camera.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmdAh60JaqI/AAAAAAAAAEU/4NnHaVUWHXI/s320/first.dag.camera.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073094456723991202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Camera Fotografica de 1839&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas, porém, desejavam encontrar uma maneira de tornar estas imagens permanentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1727, um físico alemão, Johann H. Schulze, descobriu que os sais de prata são sensíveis à luz, usou a luz solar para fazer imagens sobre os sais, mas não tentou fazer as imagens permanentes. Quem conseguiu obter uma imagem permanente foi o físico francês Joseph Nicéphore Niépce e atribui-se a ele as primeiras fotos feitas com câmera; uma fotografia feita por ele em 1826 existe até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 1830, o inventor francês Louis Daguerre produziu a primeira forma popular de fotografia, o daguerreótipo. Expôs uma placa metálica sensível à luz, revelou a imagem com vapor de mercúrio e fixando a imagem com sal comum, anunciou o seu processo em 1839. Essa data é aceita como o início da fotografia. William Talbot, cientista britânico, inventou um papel sensível à luz, e sua descoberta foi o primeiro sistema positivo-negativo para fazer fotografias. O astrônomo John Herschel deu à invenção o nome de fotografia, palavra que significa escrever ou desenhar com luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmdFdK0JatI/AAAAAAAAAEs/WDZgBqvEmO4/s1600-h/nla.pic-an10910566-v.jpeg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmdFdK0JatI/AAAAAAAAAEs/WDZgBqvEmO4/s320/nla.pic-an10910566-v.jpeg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073099872677751506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Camera Fotografica de 1904&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotógrafos criativos usam sua imaginação e habilidade técnica para fazerem fotos artísticas. Alfred Stieglitz trabalhou para tornar a fotografia uma arte criativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1902, nos Estados Unidos, ele e outros fotógrafos formaram um grupo para promover a fotografia como uma forma de arte. Um dos membros desse grupo, Edward Steinch, buscou o reconhecimento da fotografia como arte e organizou uma exposição de fotos, chamada "A Família do Homem" no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmdEiK0JasI/AAAAAAAAAEk/RXqcUWm3DWM/s1600-h/foto7.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmdEiK0JasI/AAAAAAAAAEk/RXqcUWm3DWM/s320/foto7.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073098859065469634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Barco dos Sonhos: de Chin-San Long&lt;br /&gt;Usou seu equipamento em sala escura, para produzir fotos em negativo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-1975609201708557615?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/1975609201708557615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=1975609201708557615' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/1975609201708557615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/1975609201708557615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/06/fotografia.html' title='Fotografia'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmdAh60JaqI/AAAAAAAAAEU/4NnHaVUWHXI/s72-c/first.dag.camera.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-4301948632535979086</id><published>2007-06-06T06:17:00.001-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:12.324-08:00</updated><title type='text'>Theo Van Doesburg</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rmaz-q0JapI/AAAAAAAAAEM/CcUw10L6VXU/s1600-h/theo.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rmaz-q0JapI/AAAAAAAAAEM/CcUw10L6VXU/s320/theo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072939919505713810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-4301948632535979086?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/4301948632535979086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=4301948632535979086' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/4301948632535979086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/4301948632535979086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/06/blog-post.html' title='Theo Van Doesburg'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rmaz-q0JapI/AAAAAAAAAEM/CcUw10L6VXU/s72-c/theo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-616585640557294973</id><published>2007-06-05T16:56:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:12.706-08:00</updated><title type='text'>Simbolismo</title><content type='html'>Movimento estético ocorrido na pintura e na literatura em reação à rigidez do parnasianismo e à crueza do naturalismo. Surgido na França no final do século XIX.&lt;br /&gt;No final do século XIX, época em que predominavam as idéias positivistas e mecanicistas a que a humanidade foi levada pelo anseio de objetividade, o simbolismo enfatizou o valor intrínseco do indivíduo e de sua realidade subjetiva.&lt;br /&gt;Simbolismo é o nome da tendência literária, sobretudo poética, que surgiu na França durante as duas últimas décadas do século XIX, como reação à impassibilidade e à rigidez das fórmulas parnasianas e, secundariamente, à crueza do romance naturalista. No plano social e filosófico, constituiu uma réplica ao positivismo científico-mecanicista e ao realismo objetivo que dominaram a segunda metade do século XIX. Também foi chamado simbolismo o movimento surgido à mesma época na pintura, como reação ao impressionismo e ao naturalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmX7Na0JakI/AAAAAAAAADk/4pVzATNRn34/s1600-h/374px-Fe%CC%81licien_Rops_001.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmX7Na0JakI/AAAAAAAAADk/4pVzATNRn34/s320/374px-Fe%CC%81licien_Rops_001.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072736763257645634" /&gt;&lt;/a&gt;         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pornocrates - Rops, Félicien (1896) - 70 × 45 cm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 1870 ainda dominava o parnasianismo, ao lado das tendências realistas e naturalistas, que privilegiavam a reprodução fiel da natureza e enfatizavam as descrições objetivas, a exterioridade e o quotidiano. Oficialmente, o simbolismo só teve início em 1886, com a publicação, no suplemento literário do jornal parisiense Le Figaro, do manifesto de Jean Moréas, poeta francês nascido na Grécia. O manifesto declarava que o simbolismo, em sua radical oposição ao positivismo, ao realismo e ao naturalismo, era um movimento idealista e transcendente, contrário às descrições objetivas, à ciência positiva, ao intelectualismo e à rigidez formal do parnasianismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmX9Wa0JamI/AAAAAAAAAD0/RXJGV6hrxws/s1600-h/800px-Arnold_Bo%CC%88cklin_008.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmX9Wa0JamI/AAAAAAAAAD0/RXJGV6hrxws/s320/800px-Arnold_Bo%CC%88cklin_008.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072739116899723874" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Odysseus und Kalypso - Böcklin, Arnold (1883) 104 × 150 cm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal órgão foi o Mercure de France, fundado em 1889 e de imediato reconhecido como a primeira revista literária do mundo. Os representantes da primeira fase do movimento, sob influência direta de Baudelaire e Poe, postulavam também a simultaneidade da criação poética e da criação cósmica. Reclamavam para o artista a condição de intérprete de uma simbologia universal, a ser apreendida por intuição e expressa por alusões ou sugestões, e não pela lógica.&lt;br /&gt;Esoterismo, hermetismo, decadentismo. Uma das características básicas da arte simbolista foi o papel representado pelo inconsciente na atividade criadora, o que levou os poetas do movimento a buscarem motivação no misticismo e nas doutrinas esotéricas. Outro de seus aspectos inconfundíveis, que deu origem a inúmeros escândalos e motivou violenta reação da crítica tradicionalista, foi o hermetismo. Em Portugal e no Brasil, os simbolistas chegaram a receber por isso a designação pejorativa de "nefelibatas". O decadentismo caracterizou certa poesia e prosa simbolistas, em que os autores se colocavam como testemunhas de um universo em decadência, que seria, também, o fim do mundo. Nem mesmo Mallarmé escapou a tal sentimento, apenas um momento efêmero do simbolismo, que recebeu o veto posterior de seus representantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmYAIq0JanI/AAAAAAAAAD8/ggKbVKRZkxk/s1600-h/800px-Max_Klinger_004.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmYAIq0JanI/AAAAAAAAAD8/ggKbVKRZkxk/s320/800px-Max_Klinger_004.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072742179211405938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandbild der Villa Albers: Meeresgötter in der Brandung - Klinger, Max (1884-1885)  51 × 100 cm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-616585640557294973?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/616585640557294973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=616585640557294973' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/616585640557294973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/616585640557294973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/06/simbolismo.html' title='Simbolismo'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmX7Na0JakI/AAAAAAAAADk/4pVzATNRn34/s72-c/374px-Fe%CC%81licien_Rops_001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-270587475110725162</id><published>2007-06-02T17:33:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:13.036-08:00</updated><title type='text'>Arte Japonesa</title><content type='html'>Historicamente, o Japão esteve sujeito a súbitas invasões de idéias novas procedentes do estrangeiro, seguidas por longos períodos de contato mínimo com o mundo exterior. Ao londo do tempo, os japoneses tem desenvolvido a habilidade de absorver, imitar e acabar por assumir os elementos da cultura estrangeira que serviam para complementar suas preferências estéticas. As manifestações artísticas mais antigas que se desenvolveram no Japão datam dos séculos VII e VIII e estão relacionadas com o budismo. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No século IX, o Japão começou a abandonar a influência chinesa e a desenvolver formas de expressão próprias, de forma gradual, foi ganhando importância a arte profana, que continuou florescendo, junto à religiosa, até ò fim do século XV. Em conseqüência da Guerra Onin (1467-1477), o país entrou num período de desorganização política, social e econômica, que se prolongou durante quase um século. Sob o mandato da dinastia Tokugawa (ou Edo, 1603-1867), diminuiu o protagonismo da religião na vida diária e as artes Kiyomasu Torii que sobreviveram foram basicamente as profanas.&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmISyZ5Kz9I/AAAAAAAAAC8/WMyC64YAGZc/s1600-h/japaaaa.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O pincel é o meio de expressão artística preferido dos japoneses, que praticam a pintura e a caligrafia tanto no plano profissional, quanto também como passatempo. Até atualmente, sempre se utilizava o pincel, e não a pluma, para escrever. Para os artistas, a escultura era um meio de expressão muito menos eficaz, a maior parte dela está relacionada com a religião e sua importância diminuiu com a decadência do budismo tradicional. Já a cerâmica japonesa é uma das mais belas do mundo e a esta modalidade artística pertencem muitos dos objetos japoneses mais antigos que se conhecem. Quanto à arquitetura, revela claramente as preferências japonesas pelos materiais naturais, assim como a interação do espaço interior com o exterior.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A principal característica da arte japonesa é sua polaridade. Por exemplo, na cerâmica dos períodos pré-históricos, a excessividade deu lugar a uma arte disciplinada e refinada. Da mesma maneira, há duas estruturas do século XVI, radicalmente distintas: o palácio de Katsura, perto de Kyoto, é uma mostra da simplicidade das linhas, nas quais se destacam as madeiras naturais e a integração com os jardins circundantes, com o que sua beleza foi conseguida quase por acaso, em contraste, o templo-santuário mausoléu de Toshogu, no monte Nikko, é uma estrutura rigidamente simétrica, com relevos coloridos que cobrem toda a superfície visível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A arte japonesa valoriza-se não só por sua simplicidade, mas também pela exuberância de seu colorido, e tem exercido uma considerável influência sobre a pintura e a arquitetura ocidentais dos séculos XIX e XX, respectivamente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Existem nove períodos que influenciaram a arte japonesa: Período pré-budista, Período Asuka (552-710), Período Nara (710-794),Período Heian (794-1185), Período Kamakura (1192-1333), Período Muromachi (1338-1573), Período Momoyama (1574- 1603), Período Momoyama (1574- 1603), Período Momoyama (1574- 1603), Período Edo (Ukiyo-e) (1603 a 1868), Período Meiji (1868-1912). Porém irei falar apenas do período Edo (Ukiyo-e) que na minha opinião é o mais inspirador.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Edo (Ukiyo-e)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O período Edo foi dominado pela família guerreira dos Tokugawas, que escolheu a cidade de Edo (mais tarde Tóquio) como capital e impôs seu jugo ao país por mais de 250 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmITs55Kz-I/AAAAAAAAADE/NM4qUjvQuCM/s1600-h/japaaaa.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071637792548376546" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmITs55Kz-I/AAAAAAAAADE/NM4qUjvQuCM/s320/japaaaa.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Preparing for Battle Nakamura Gentaro as Tomoe Gozen and Asao Jujiro as Sagano&lt;br /&gt;Kiyomasu Torii&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No início da década de 1630, os cristãos foram perseguidos e expulsos, e o Japão cerrou as portas a todos os estrangeiros. Esse isolacionismo empobreceu as artes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ainda assim, os pintores Ogata Korin e Ogata Kenzan procuraram revitalizar a pintura Yamato-e e sobretudo Ike Yosa Buson, Uragami Gyokudo Taiga foram os melhores representantes da escola sulina Nanga. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ike Yosa Buson, Uragami Gyokudo Taiga e Rosetsu, pintores das escolas Maruyama, conhecida também como Shijo, pregaram o estudo da natureza.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmIVGJ5Kz_I/AAAAAAAAADM/cFwhP4zPNHg/s1600-h/japa+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071639325851701234" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmIVGJ5Kz_I/AAAAAAAAADM/cFwhP4zPNHg/s320/japa+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;  Torii Kiyonobu&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os artistas da quarta geração Kano, com ateliês em Quioto, e os Tosa, em Sakai, aproximaram seus estilos. O mestre da época foi Tosa Mitsuoki, que se inspirou em lembranças da Idade Média e assuntos chineses.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mais importante manifestação artística do período, porém, foi o estilo Ukiyo-e, cujo nome tem origem num provérbio japonês do Século 18 ("o mundo inspira desgosto"). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Criado por Iwasa Matabei no final do Século 17 e imortalizado sobretudo através da estampa, o Ukiyo-e tornou-se muito popular no Ocidente e teve profunda influência sobre os impressionistas franceses. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Ukiyo-e não foi uma escola como Tosa ou Kano, mas um movimento artístico que veio da época Momoyama e representou para a nova burguesia festas, cenas galantes e do teatro profano. Seu tema principal, porém, é a bijin-ga (mulher bonita).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Inicialmente limitada ao contraste entre preto e branco, a técnica foi aperfeiçoada e recebeu, a princípio, uma tonalidade alaranjada (tan-e), depois efeitos de vermelho, laranja, amarelo e púrpura (urushi-e). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mais tarde, desenvolveram-se os processos benizuri-e (vermelho e verde) e nishiki-e (dez e mais tonalidades). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esse nome (Ukiyo-e) pode ser traduzido como mundo flutuante, um nome irônico dado ao planeta terra, que os budistas chamavam de mundo do desgosto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ukiyo, em verdade, era o nome dado ao estilo de vida japonês nos centros urbanos, com seus figurinos, a alta sociedade e os prazeres da carte. O Ukiyo-e documenta essa era. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A arte Ukiyo-e é especialmente conhecida por impressões em blocos de madeira. Na medida em que o Japão começou a se abrir para o ocidente, após 1867, essas gravuras passaram a ser conhecidas, exercendo sua influência na arte européia, especialmente na França. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Entre os maiores artistas no gênero sobressaíram Kyionobu, Suzuki Harunobu, Koriyusai, Kiyonaga, Sunsho e Sharaku (os dois últimos famosos por seus relatos de atores), Kitagawa Utamaro (figuras femininas), Katsushika Hokusai e Ando Hiroshige (paisagens) e Igusa Kuniyoshi (figuras humanas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmIV8p5K0AI/AAAAAAAAADU/XxoR8wF7E3k/s1600-h/harunobu3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071640262154571778" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmIV8p5K0AI/AAAAAAAAADU/XxoR8wF7E3k/s320/harunobu3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Suzuki Harunobu&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-270587475110725162?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/270587475110725162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=270587475110725162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/270587475110725162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/270587475110725162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/06/arte-japonesa.html' title='Arte Japonesa'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RmITs55Kz-I/AAAAAAAAADE/NM4qUjvQuCM/s72-c/japaaaa.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-4125812659748356861</id><published>2007-05-24T11:17:00.001-07:00</published><updated>2007-05-24T11:20:24.111-07:00</updated><title type='text'>Zeca Baleiro - Bienal</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.evoca.com/myrecordings/recBlog.jsp?rid=76816" frameborder="0" width="100" scrolling="no" height="100" color="transparent"&gt; &lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloquei essa letra de música que é justamente uma sátira sobre o que é considerado arte hoje em dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;Bienal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Zeca Baleiro&lt;br /&gt;Composição: Zeca Baleiro / Zé Ramalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desmaterializando a obra de arte do fim do milênio&lt;br /&gt;Faço um quadro com moléculas de hidrogênio&lt;br /&gt;Fios de pentelho de um velho armênio&lt;br /&gt;Cuspe de mosca, pão dormido, asa de barata torta&lt;br /&gt;Teu conceito parece, à primeira vista,&lt;br /&gt;Um barrococó figurativo neo-expressionista&lt;br /&gt;Com pitadas de arte nouveau pós-surrealista&lt;br /&gt;Ao cabo da revalorização da natureza morta&lt;br /&gt;Minha mãe certa vez disse-me um dia,&lt;br /&gt;Vendo minha obra exposta na galeria,&lt;br /&gt; "Meu filho, isso é mais estranho que o cu da gia&lt;br /&gt;E muito mais feio que um hipopótamo insone&lt;br /&gt;"Pra entender um trabalho tão moderno&lt;br /&gt;É preciso ler o segundo caderno,&lt;br /&gt;Calcular o produto bruto interno,&lt;br /&gt;Multiplicar pelo valor das contas de água, luz e telefone,&lt;br /&gt;Rodopiando na fúria do ciclone,&lt;br /&gt;Reinvento o céu e o inferno&lt;br /&gt;Minha mãe não entendeu o subtexto&lt;br /&gt;Da arte desmaterializada no presente contexto&lt;br /&gt;Reciclando o lixo lá do cesto&lt;br /&gt;Chego a um resultado estético bacana&lt;br /&gt;Com a graça de Deus e Basquiá Nova York, me espere que eu vou já&lt;br /&gt;Picharei com dendê de vatapá&lt;br /&gt;Uma psicodélica baiana&lt;br /&gt;Misturarei anáguas de viúva&lt;br /&gt;Com tampinhas de pepsi e fanta uva&lt;br /&gt;Um penico com água da última chuva,&lt;br /&gt;Ampolas de injeção de penicilina&lt;br /&gt;Desmaterializando a matéria&lt;br /&gt;Com a arte pulsando na artéria&lt;br /&gt;Boto fogo no gelo da Sibéria&lt;br /&gt;Faço até cair neve em Teresina&lt;br /&gt;Com o clarão do raio da siribrina&lt;br /&gt;Desintegro o poder da bactéria&lt;br /&gt;Com o clarão do raio da siribrina&lt;br /&gt;Desintegro o poder da bactéria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-4125812659748356861?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/4125812659748356861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=4125812659748356861' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/4125812659748356861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/4125812659748356861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/05/zeca-baleiro-bienal_24.html' title='Zeca Baleiro - Bienal'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-6123499354823631666</id><published>2007-05-24T10:01:00.000-07:00</published><updated>2007-05-24T11:16:11.865-07:00</updated><title type='text'>O que é arte?</title><content type='html'>Uns dirão: arte é a expressão do sentimento, outros: é beleza...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se analisarmos os diversos tipos de arte será que poderíamos dizer: os diversos tipos de beleza ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, cada um de nós acredita em um conceito de beleza particular e único, tanto quanto acreditamos em um conceito particular de arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, se vamos falar sobre Arte, é preciso primeiro que observemos uma certa cumplicidade de conceitos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em todas as suas manifestações, a arte é uma expressão do sentir humano transformado em símbolos, não convencionais, que necessariamente não precisarão levar o observador a significados conceituais, pois antes de mais nada, a arte deve ser sentida e não pensada." Fátima Seehagen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, quando a imitação e a cópia já atingiram as raias do absurdo, num tempo em que, para a grande maioria das pessoas, a arte é apenas encarada como lazer ou material de decoração, é comum se perguntar quais seriam os tipos de arte que existiram, existem ou ainda, caso não sobrevenha a morte da arte, existirão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada cultura possui saberes, códigos e valores próprios condicionando os sistemas de comunicação. Também de indivíduo para indivíduo, mesmo sendo contemporâneos, a sua arte varia caracterizando a capacidade de representação, sensibilidade, personalidade e interesses de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo obras de um mesmo indivíduo, por vezes variam bastante de acordo com diversas condicionantes, como a experiência, vivências, estados de espírito, etc.&lt;br /&gt;O produzir artístico nasce de uma observação apurada que, tanto pode ser dirigida para os aspectos externos quanto internos de algum fator, guiada pelos conceitos de beleza, que se formaram da vivência do artista. Sendo assim, ao fazer ARTE o artista não pensa, o artista sente. Pensar seria a barreira entre a observação e a ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção artística faz parte de uma necessidade básica do ser humano.Enquanto esta necessidade é universal e atemporal, as formas pelas quais ela se manifesta, ou seja, os tipos de arte, tanto quanto ao tema, à técnica ou ao estilo estão constantemente mudando, renovando-se no processo de criar a cada nova obra uma expressão pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observando por este prisma, veremos que, a arte pode ser encontrada em toda parte.&lt;br /&gt;Encontraremos arte desde a humanidade remota até nossos dias e, certamente, a encontraremos amanhã, pela simples necessidade de expressão artística, em todos os climas, em todas as geografias e em todas as idades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente fatores históricos e sociais modelam os tipos de arte, porém, desde a arte pura do homem paleolítico, passando pelos gregos arcaicos, pelas leis romanas na arte, pelo poder mágico da arte e todos os "ismos" que se seguiram. Passando pela fotografia, pelo cinema, ingressando na virtualidade da nossa época, debatendo-se com a globalização, a verdadeira arte jamais se escravizará a códigos e será sempre inovadora e capaz de falar do seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte, nos seus mais diversos tipos de expressão, transgredirá o estilo preponderante de cada época e falará ao sentimento humano ainda que este se encontre vazio e sem forma.&lt;br /&gt;A relação então surgida entre o sentimento do artista e o sentimento do seu público jamais poderá ser uma relação lógica entre conceitos idealizados, pois seria, não apenas para o artista criador como também para este mesmo público que a consome, asfixiante e enceguecedora.&lt;br /&gt;Esta relação será sempre tão contraditória quanto à própria arte, onde cabem, conforme Frederico Moraes, "a regra e a emoção, o rigor e a intuição, a fantasia mais desbragada e o cálculo matemático".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tipos de arte?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A arte pode ser ruim, boa ou indiferente, mas qualquer que seja o adjetivo empregado, temos de chamá-la de arte. A arte ruim é arte, do mesmo modo como uma emoção ruim é uma emoção" Marcel Duchamp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiam essa critica muito interessante sobre o que é arte &lt;a href="http://criticanarede.com/fil_tresteoriasdaarte.html"&gt;http://criticanarede.com/fil_tresteoriasdaarte.html&lt;/a&gt; .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-6123499354823631666?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/6123499354823631666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=6123499354823631666' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/6123499354823631666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/6123499354823631666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/05/o-que-arte.html' title='O que é arte?'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-8454048570182258851</id><published>2007-05-24T09:14:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:13.278-08:00</updated><title type='text'>Art Nouveau</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RlW-YlTuiqI/AAAAAAAAACs/Wd4TdW1jlB4/s1600-h/Moris.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068166285216352930" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RlW-YlTuiqI/AAAAAAAAACs/Wd4TdW1jlB4/s320/Moris.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Illustration from The Wood Beyond the World - William Morris (1894)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O estilo Art Nouveau, foi desenvolvido na Europa a partir do final do século XIX, é caracterizado pela sua ruptura com as tradições que até então persistiam excessivamente na arte e na arquitetura. Tratou-se de um estilo novo voltado para a originalidade da forma, de modo que era destituído de quaisquer preocupações ideológicas e independente de quaisquer tradições estéticas.&lt;br /&gt;Pretendendo-se como nova arte, o estilo procura ainda rejeitar as formas meramente funcionais envolvidas em todos os objetos decorativos provenientes da produção em massa e adere às formas sinuosas, curvilíneas.&lt;br /&gt;Portanto tal estilo teve principal influência sobre a arte decorativa do início do século e ainda sobre a arte arquitetônica, na qual grandes nomes da arquitetura moderna se utilizaram deste estilo, como por exemplo o arquiteto espanhol Gaudi.&lt;br /&gt;Também na pintura, o estilo esteve relativamente presente nas obras de personalidades artísticas como Vasili Kandinsky e Franz Marc. O estilo teve seu período de sucesso entre as duas últimas décadas do século XIX e as duas primeiras do século XX, em que é substituído paulatinamente pelo estilo Art Deco e definitivamente abandonado por ser considerado um estilo já ultrapassado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Arquitetura&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Também conhecido como estilo 1900 ou o estilo Liberty, o Art Nouveau se apresenta como tendência arquitetônica inovadora do fim do século XIX, um estilo floreado, onde se destacam a linha curva e as formas orgânicas inspiradas em folhagens, flores, cisnes, labaredas e outros elementos.&lt;br /&gt;O movimento teve início na Inglaterra em 1880 com William Morris (1834 - 1896) e Arthur Heygate Mackmurdo (1852 - 1942), artistas que atuavam na produção tipográfica e de têxteis. Nessa época acreditava-se que o século XIX demonstrava pouca ou nenhuma importância estética.Tentando reverter esse panorama, Morris, pintor, poeta e artesão, clamava por uma unificação de todas as artes com o propósito de mudar a estética vigente que era a simples reprodução dos estilos do passado. Os ideais de Morris influenciaram aquela geração de artistas e arquitetos a enfatizarem o propósito social do desenho, na tentativa de integrar a arte à vida cotidiana.&lt;br /&gt;Dez anos mais tarde, o estilo tem sua estréia na Arquitetura, com Victor Horta (1861 - 1947) e seu projeto para a residência Tassel (1892 / 93) em Bruxelas; apresentando como características, além do uso de elementos orgânicos, as aberturas com formas irregulares, a exploração de elementos de textura e cor nos revestimentos, o uso de ferro fundido e vidro, o desenvolvimento de novos materiais e novas formas de expressão apropriadas.&lt;br /&gt;O Art Nouveau pode ser interpretado como um movimento burguês de cunho revolucionário, na medida que afronta a máquina (Revolução Industrial) e sugere a renovação do contato com a natureza, pregando o uso da ferramenta de trabalho como prolongamento do corpo do artista (A arte contra a técnica).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RlW_tFTuirI/AAAAAAAAAC0/gXrdRCPvXig/s1600-h/Metro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068167736915298994" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RlW_tFTuirI/AAAAAAAAAC0/gXrdRCPvXig/s320/Metro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Metrô  Paris&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt; - L’Exposition Universelle à Paris&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-8454048570182258851?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/8454048570182258851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=8454048570182258851' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/8454048570182258851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/8454048570182258851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/05/art-nouveau.html' title='Art Nouveau'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RlW-YlTuiqI/AAAAAAAAACs/Wd4TdW1jlB4/s72-c/Moris.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-2753377642770301556</id><published>2007-05-08T11:09:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:13.766-08:00</updated><title type='text'>Mulheres na pintura</title><content type='html'>Berthe Morisot e Mary Cassatt eram as duas mulheres que faziam parte do grupo impressionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Berthe Morisot&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pintora francesa, nasceu em Burges, filha de um oficial do governo que era um entusiasmado pintor amador e um defensor das artes. Em 1868 encontrou Manet, tornando-se modelo para ele e também sua aluna. Sob sua orientação começou a trabalhar a todo vapor e foi introduzida no círculo impressionista de Paris. Casou com o irmão de Manet em 1874. Era membro entusiástica do grupo impressionista, exibindo em sete de suas amostras e coletando seus trabalhos. Teve algum sucesso expondo de 1864 a 1873.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez também paisagens do mar, mas seu estilo pessoal desenvolveu-se marcadamente durante os anos de 1880 quando incluiu mulheres, crianças e vida doméstica. No final de carreira seu trabalho aproximou-se mais ao de Renoir. Morisot foi resgatada como uma das mulheres artistas esquecidas do século 19 por historiadores feministas, e como tal conseguiu mais fama em anos recentes do que em vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkC-2X0_GBI/AAAAAAAAACE/qXDkviM-Ixk/s1600-h/The+Cradle.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5062255822482905106" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkC-2X0_GBI/AAAAAAAAACE/qXDkviM-Ixk/s320/The+Cradle.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;The Cradle - 1872&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkC_i30_GCI/AAAAAAAAACM/XdBtZHGqdKM/s1600-h/Eugene+Manet.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5062256586987083810" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkC_i30_GCI/AAAAAAAAACM/XdBtZHGqdKM/s320/Eugene+Manet.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eugene Manet na ilha de Wight&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Mary Cassatt&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pintora norte-americana, nasceu em 1844, estudou com o pintor acadêmico Chaplin, mas quem realmente influenciou seu trabalho foram pintores como Coubert, Manet e os impressionistas. Aos 33 anos, conheceu Edgar Degas, que se tornou um grande amigo e a convidou a expor com os impressionistas. Admiradora da arte japonesa, incorporou sua simplicidade. Quando morreu, aos 82, ela, que tanto amou a luz e as cores, estava completamente cega. Filha de um banqueiro, ela incentivou seus parentes abastados a comprar pinturas impressionistas. Vendia seus trabalhos a preços módicos, porque acreditava que arte deveria ser acessível.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkDC1H0_GDI/AAAAAAAAACU/khiH5ofECZ0/s1600-h/In+a+Loge.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5062260199054579762" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkDC1H0_GDI/AAAAAAAAACU/khiH5ofECZ0/s320/In+a+Loge.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Seated a in a Loge&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkDDN30_GEI/AAAAAAAAACc/Asf-VbN8Lec/s1600-h/In+the+Box.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5062260624256342082" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkDDN30_GEI/AAAAAAAAACc/Asf-VbN8Lec/s320/In+the+Box.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;In the box - 1879&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-2753377642770301556?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/2753377642770301556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=2753377642770301556' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/2753377642770301556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/2753377642770301556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/05/mulheres-na-pintura.html' title='Mulheres na pintura'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkC-2X0_GBI/AAAAAAAAACE/qXDkviM-Ixk/s72-c/The+Cradle.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-7124632437604913752</id><published>2007-05-08T10:52:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:13.881-08:00</updated><title type='text'>Impressionismo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;A impressão do momento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O nome Impressionismo, como tantos outros exemplos na História da Arte, foi um rótulo colocado ao trabalho de um grupo de artistas que, de acordo com os críticos da época, acreditavam na impressão do momento como algo tão importante que se bastava por si mesmo, dispensando as técnicas tradicionais acadêmicas. Esses artistas realizaram inúmeras exposições em Paris entre 1874 e 1886, porém, sua aceitação pelo público foi lenta e sofrida, pela incompreensão ao trabalho realizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;A busca da imagem ao natural&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;   Os objetos retratados ao ar livre, sob a luz natural, eram bastante valorizados pelos impressionistas. O volume e solidez, características que a pintura tradicional pregava como fundamentais para uma obra de arte existir, começaram a ser desrespeitados, abrindo caminho para as vanguardas estéticas do Século 19. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;   Quanto à fidelidade com o objeto retratado, não se pode dizer que os impressionistas não a desejassem, mas buscavam essa fidelidade à sua maneira. Com efeito, os impressionistas faziam &lt;/div&gt;&lt;div&gt;suas pinturas fora das convenções artísticas, mas, de preferência, sob os efeitos do olhar e das mudanças da luz diária.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkC7hn0_GAI/AAAAAAAAAB8/qS4UxTiebb8/s1600-h/Monet+-+Impression.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5062252167465736194" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkC7hn0_GAI/AAAAAAAAAB8/qS4UxTiebb8/s320/Monet+-+Impression.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Impression, soleil levant (Impression, Sunrise) 1873 (210 Kb)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Oil on canvas, 48 x 63 cm (19 x 24 3/8")&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frescura da impressão que um objeto causava ao artista deveria ser captada pelas pinceladas. Os objetos retratados seriam aqueles percebidos pela visão como paisagens, retratos, cenas do cotidiano.&lt;br /&gt;     Duas influências foram fundamentais para o movimento: as estampas japonesas que popularizam-se na Europa no final do Século 19, com seu desrespeito à perspectiva e às normas de composição da academia ocidental (suas formas repletas de vida encantavam os impressionistas) e a invenção da fotografia.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-7124632437604913752?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/7124632437604913752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=7124632437604913752' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/7124632437604913752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/7124632437604913752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/05/impressionismo.html' title='Impressionismo'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RkC7hn0_GAI/AAAAAAAAAB8/qS4UxTiebb8/s72-c/Monet+-+Impression.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-6322008342046963004</id><published>2007-05-04T11:45:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:14.271-08:00</updated><title type='text'>Itaú Contemporâneo</title><content type='html'>Já na calçada do Itaú Cultural, já se nota a obra Coluna. Ela é permanentemente localizada em frente do prédio e pelo que li , agora recebeu tratamento de luz especial para ser incorporada à mostra. Na entrada, encontra- se uma maquete de todas as salas a serem percorridas e fones de ouvido com o áudio dos textos escritos por Teixeira Coelho sobre a mostra e as obras que nela serão vistas e suas ligações, muito interessante isso, pois fizemos relações de obras de autores difrentes que passam a mesma "mensagem". A escada que leva a exposição foi transformada em uma espécie de túnel negro, logo de cara nos deparamos com duas obras de Alexandre Orion. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RjuCgn0_F5I/AAAAAAAAABE/7KubuTuwoGI/s1600-h/metabiotica07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060782103239530386" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RjuCgn0_F5I/AAAAAAAAABE/7KubuTuwoGI/s320/metabiotica07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RjuE5H0_F7I/AAAAAAAAABU/D8vCNjSqCg4/s1600-h/pintura.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060784723169580978" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RjuE5H0_F7I/AAAAAAAAABU/D8vCNjSqCg4/s320/pintura.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;magens retiradas de sites.&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;Alexandre Orion é designer e artista plástico, formado em Artes Visuais. Seu objetivo é questionar de forma sutil e inquietante o limite entre a ficção e a realidade, tanto do ponto de vista formal quanto conceitual. Em seu projeto, Metabiótica, ele instala grafites com figuras como a de uma mulher com lingerie ou a de um homem voando, em locais movimentados de São Paulo. Depois disso, fotografa as reações das pessoas diante das cenas. As pinturas, as pessoas e os cenários existem de verdade, não foram manipulados, estão ali diante da câmera. Seu site é be interessante para quem gostaria de se aprofundar nesse artista inovador. Vale a pena ver suas obras. &lt;a href="http://www.alexandreorion.com"&gt;http://www.alexandreorion.com&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Voltando a exposição no primeiro andar,há um espaço onde salas estão separadas por cortinas de franjas e jogos de espelhos. Esse piso abriga 40 trabalhos, 15 dos quais estão pendurados a partir teto. O que mais me chamou a atenção foi um colar de Nazareth Pacheco feito com miçangas e lâminas de lancetar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RjuHXH0_F9I/AAAAAAAAABk/Boyjv6d9lfg/s1600-h/colar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060787437588912082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RjuHXH0_F9I/AAAAAAAAABk/Boyjv6d9lfg/s320/colar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que gerou uma incrivel discussão entre nós, os alunos, sobre o machismo, e o feminismo, achei incrivel, o que um pequeno colar pode representar (inclusive que se não observasse tão de perto nunca ia perceber que era feito de lâminas). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A mesma escada-túnel leva ao primeiro subsolo, também todo pintado de branco, como os demais espaços. Há varias obras que podem ser vistas sobre bases a uam certa altura do chão, rodeadas por uma passarela e refletidas no teto por um espelho. Concluimos que certas obras e suas interpretações são iguais em toda parte do mundo como algumas obras que vimos nesta sala. Concluindo a exposição, no segundo subsolo, com piso todo branco e o espaço separado por filós, onde se encontrava uma obra chamada o corrimão que gerou outra discussão sobre o quão livres nós somos, o instrutor nós deu a opção de percorrer o corrimão, mas querendo ou não um corrimão de certa forma ele nos "guia", e ai que começou tudo, se ele nos deu a livre opção de percorrer o caminho, porque quase todos fizemos o mesmo percusso, essa idéia nos gerou horas de discussão sobre liberdade. As obras organizadas em centenas de grupos que valorizam a iconografia, a não-arte, a beleza e a anti-forma, entre outros, todos os trabalhos expostos nessa mostra merecem ser vistos para quem deseja ter uma visão geral da arte contemporânea brasileira em seus mais múltiplos estilos. Em troca, nós provavelmente iremos refletir e redefinir nossas noções do que deve ou não ser considerado obra de arte. Para quem tem curiosidade tá ai um vídeo do Jornal da Gazeta sobre a exposição. &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ELYD161wq3g"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=ELYD161wq3g&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-6322008342046963004?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/6322008342046963004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=6322008342046963004' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/6322008342046963004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/6322008342046963004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/05/ita-contemporneo.html' title='Itaú Contemporâneo'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RjuCgn0_F5I/AAAAAAAAABE/7KubuTuwoGI/s72-c/metabiotica07.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-6948507099113041904</id><published>2007-03-27T08:44:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:14.995-08:00</updated><title type='text'>Delacroix X Ingres</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RglBAwxb2RI/AAAAAAAAAA8/tmw6MGcja8o/s1600-h/Ingres+Odalisque.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046636338793404690" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RglBAwxb2RI/AAAAAAAAAA8/tmw6MGcja8o/s320/Ingres+Odalisque.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;                 Ingres - Odalisque&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RglA0gxb2QI/AAAAAAAAAA0/AKXakceKulw/s1600-h/Delacroix+-+odalisque.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046636128340007170" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RglA0gxb2QI/AAAAAAAAAA0/AKXakceKulw/s320/Delacroix+-+odalisque.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Eugene Delacroix - Odalisque                       &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;     Analisando e comparando o estilo neoclássico com o Romântico através das pinturas das odaliscas de Jean Auguste Dominique Ingres, Odalisque (Neoclássico) e Delacroix (Romantismo), onde a primeira reflete ao estilo de pintura a que o movimento se propõe, através da busca intensa da imagem real e a preocupação em reproduzir fielmente a cena da forma que ela está acontecendo naquele momento, como uma representação de uma fotografia, é o que transmitem os detalhes do ambiente, realçando objetos e acessórios que compõem o quarto lembram o estilo grego, utilizado no período clássico, e contrastam com a luminosidade da figura central, a odalisca, na qual revela o padrão de beleza considerado da época, a posição da odalisca apesar do nu, considerado um tanto ousado para a época, transmite uma atitude reservada, tem um olhar desconfiado, e se restringe a sua própria exposição.&lt;br /&gt;Já na odalisca do período romântico, de Delacroix, percebemos uma outra visão adotada no período, não há mais preocupação em relatar fielmente a realidade, os traços são levado para o lado da pintura, se utilizando de pinceladas borradas, o ambiente é simples, não há preocupação com a organização, o uso do vermelho e de sombras no ambiente passam uma sensação de clima quente, o que faz com que a odalisca, juntamente com o ambiente se torne um todo, ao em vez de se contrastar como figura central, transmitindo espontaniedade. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-6948507099113041904?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/6948507099113041904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=6948507099113041904' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/6948507099113041904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/6948507099113041904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/03/delacroix-x-ingres.html' title='Delacroix X Ingres'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RglBAwxb2RI/AAAAAAAAAA8/tmw6MGcja8o/s72-c/Ingres+Odalisque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-1474427971895332988</id><published>2007-03-27T08:25:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:15.190-08:00</updated><title type='text'>Romantismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rgk6Twxb2NI/AAAAAAAAAAc/uLP0ZHlSw6Q/s1600-h/Landscape+de+Thomas+Gainsborough.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046628968629524690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rgk6Twxb2NI/AAAAAAAAAAc/uLP0ZHlSw6Q/s400/Landscape+de+Thomas+Gainsborough.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                                                &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Landscape - Thomas Gainsbourough&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rgk57wxb2MI/AAAAAAAAAAU/pbgnq5pGYNo/s1600-h/Landscape+de+Thomas+Gainsborough.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Romantismo &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;     Tendência que se manifesta nas artes e na literatura do final do século XVIII até o fim do século XIX. Nasce na Alemanha, na Inglaterra e na Itália, mas é na França que ganha força e de lá se espalha pela Europa e pelas Américas. Opõe-se ao racionalismo e ao rigor do neoclassicismo. Caracteriza-se por defender a liberdade de criação e privilegiar a emoção. As obras valorizam o individualismo, o sofrimento amoroso, a religiosidade cristã, a natureza, os temas nacionais e o passado. A tendência é influenciada pela tese do filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) de que o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe. Também está impregnada de ideais de liberdade da Revolução Francesa (1789). &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;     ARTES PLÁSTICAS – O romantismo chega à pintura no início do século XIX. Na Espanha, o principal expoente é Francisco Goya (1746-1828). Na França destaca-se Eugène Delacroix (1798-1863), com sua obra Dante e Virgílio. Na Inglaterra, o interesse pelos fenômenos da natureza em reação à urbanização e à Revolução Industrial é visto como um traço romântico de naturalistas como John Constable (1776-1837). O romantismo na Alemanha produz obras de apelo místico, como as paisagens de Caspar David Friedrich (1774-1840).RomantismoTendência que se manifesta nas artes e na literatura do final do século XVIII até o fim do século XIX. Nasce na Alemanha, na Inglaterra e na Itália, mas é na França que ganha força e de lá se espalha pela Europa e pelas Américas. Opõe-se ao racionalismo e ao rigor do neoclassicismo. Caracteriza-se por defender a liberdade de criação e privilegiar a emoção. As obras valorizam o individualismo, o sofrimento amoroso, a religiosidade cristã, a natureza, os temas nacionais e o passado. A tendência é influenciada pela tese do filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) de que o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe. Também está impregnada de ideais de liberdade da Revolução Francesa (1789).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-1474427971895332988?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/1474427971895332988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=1474427971895332988' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/1474427971895332988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/1474427971895332988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/03/romantismo.html' title='Romantismo'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/Rgk6Twxb2NI/AAAAAAAAAAc/uLP0ZHlSw6Q/s72-c/Landscape+de+Thomas+Gainsborough.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5406819462164257319.post-4871608181423098789</id><published>2007-03-27T07:48:00.000-07:00</published><updated>2008-11-12T22:08:15.317-08:00</updated><title type='text'>Jean Auguste Dominique Ingres</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046620541903689906" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RgkypQxb2LI/AAAAAAAAAAM/vJz0C06UOzo/s320/mademoiselle+caroline+riviere+-+ingres.jpg" border="0" /&gt;     Jean Auguste Dominique Ingres nasceu em 1780 na França e foi o mais destacado artista neoclássico do princípio do século XIX. Em suas obras, realçava a importância do desenho; ensinou a vários pintores a concentração no trabalho detalhado.Herdou dons artísticos de seu pai, um escultor e músico. Transferiu-se para a Itália em 1806, onde passou 18 anos estudando artistas da Renascença, especialmente Rafael. Retornou a Paris em 1824 e foi consagrado por sua pintura "Juramento de Luis XIII". Atraiu numerosos estudantes, tornando-se líder dos conservadores da Academia de Pintores e Escultores. Sua franca oposição ao movimento romântico de pintura e a seu líder Eugène Delacroix, dividiu o mundo das artes parisienses por muitos anos.Recebeu o lugar de honra na Exposição Universal em 1855. É mais admirado por seus nus do que por suas obras dramáticas. Um dos seus quadros mais famosos é "A Banhista Valpinçon", que mostra uma mulher nua após o banho. Neste quadro nota-se a grande influência de Rafael sobre sua obra.Faleceu em 1867.&lt;br /&gt;     O quadro ao lado Mademoiselle Caroline Rivière de Jean Auguste Dominique Ingres, é uma pintura de uma mulher da alta sociedade romântica, isso é perceptivel devido aos trajes da moça, além disso era uma moça solteira pois não usava jóias, essas limitadas apenas as mulheres casadas. Um quadro com traços claros, imitando uma fotografia. Esse tipo de quadro era comum na época pois retratavam as mulheres solteiras e os enviavam para seus futuros pretendentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5406819462164257319-4871608181423098789?l=olharsobrearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/feeds/4871608181423098789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5406819462164257319&amp;postID=4871608181423098789' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/4871608181423098789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5406819462164257319/posts/default/4871608181423098789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olharsobrearte.blogspot.com/2007/03/jean-auguste-dominique-ingres.html' title='Jean Auguste Dominique Ingres'/><author><name>Barbara &amp;amp; Armando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16519337361794611499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oOzPv1uxV4g/RgkypQxb2LI/AAAAAAAAAAM/vJz0C06UOzo/s72-c/mademoiselle+caroline+riviere+-+ingres.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
